povo de fora

Povo de fora que dá corpo ao povo de dentro.

De dentro de uma cidade que tem nome de Viana.

Viana do Castelo, com castelos variados, faz uma festa anual, com espetáculos e tal.

O cortejo é um deles, cena, cenário encenado, é momento de figuração.

São as festas D’Agonia, entre cenas encenadas, há gente que desatina, em cenas representadas, mas há gente genuína.

Quem vê percebe ou não, mas gosta porque está à mão!

Findo o espetáculo, muitos forçam a partida, entre atropelos da ida, vão vencendo o obstáculo.

Muito havia que dizer, sobre cada fotografia! Diga lá o que quiser, sobre esta romaria!

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O retrato diz tudo

Por muitas palavras que se procurem, há imagens em que essas palavras são difíceis de associar porque a imagem por si diz tudo! Apesar de ser um momento encenado, a expressão da criança não deixa de ser genuína! Todo o ambiente é recriado, toda a figuração é representativa, o cenário tem adereços próximos da realidade ancestral, mas a expressão da criança é real! O retrato diz tudo!

Foi assim, mais um retrato no cortejo da Romaria da Senhora D’Agonia.

O futuro vem ai
O futuro vem ai

trasladação da santa

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Um dos momentos mais importantes no final das Festas da Senhora da Agonia, é a trasladação da santa. Trata-se do regresso do andor da Nossa Senhora da Assunção, que fez parte da Procissão Solene da Romaria, à sua Igreja, Igreja Matriz (Sé de Viana do Castelo), em procissão religiosa, acompanhada pelos fieis, quase todos residentes locais. É um momento religioso de relevância que passa despercebido à quase totalidade dos forasteiros e a grande parte da população vianense, fazendo parte do panorama cultural e religioso.