retrato de alguém

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Quando se faz um retrato de alguém, o resultado só importa se ao olharmos a imagem, conseguimos quase que caraterizar a pessoa nos traços visíveis.  No entanto, a maior parte dos retratos não são mais que caraterizações encenadas, onde a pessoa posa representando de forma involuntária perante os constrangimentos do equipamento e do fotógrafo. Isto no caso de se tratarem de modelos voluntários não profissionais. Mas só a continuidade dos registos é que vai conduzindo a um resultado satisfatório e muitos vezes de excelência, com  a interação entre modelo e fotógrafo, onde o fotografo vai mostrando o resultado, dando sugestões de orientação, sem nunca pressionar.

Estes retratos são exemplo desse trabalho.

Os modelos, Nancy Maia, Daniela Tomás e Rafael Torres, alunos do Curso de Operador de Fotografia T3, da ETAP Escola Profissional, Voluntariaram-se para estes retratos, para retrato de estúdio a preto e branco de alto contraste com keylight com softbox e 30% de iluminação da zona direita e posição a três quartos, sobre fundo negro.

 

performance carnavalesca

Retratos de uma performance carnavalesca, numa atividade escolar da turma de Operador de Fotografia T2, 1º ano, da ETAP – Escola Profissional.

O convite foi lançado aos alunos, no sentido de juntarem alguns adereços alusivos à quadra carnavalesca, para a execução de retratos performativos, tendo os alunos aderido de forma positiva à atividade proposta.

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momento certo

Por várias vezes e de forma errada tenho referido que em alguns e raros momentos sou um fotografo parasita. Mas numa análise mais aturada, o termo está errado, porque parasita é todo aquele fotografo que fazendo os seus registos, tenta, de uma forma falsamente subtil, obstruir o trabalho de outros fotógrafos que no mesmo espaço exercem a mesma função. A de reportar o momento. E quanto mais experientes são alguns desses parasitas, mais afincada é essa atitude, relegando o profissionalismo para o mais baixo nível ético.

Assim, e na mesma análise, devo considerar-me um fotografo oportunista, não no sentido pejorativo, mas porque uso o sentido de oportunidade. Enquanto alguém fotografa, aproveito o enquadramento e fotografo. O resultado é muitas vezes surpreendente e se de seguida continuar a fotografar, solicitando a colaboração de quem representa o papel de modelo, os resultados ficam aquém dos instantâneos da oportunidade. É o caso deste registo, onde a naturalidade é a de um momento certo na fotografia. Foi assim numa visita à XIX Bienal de Arte de Vila Nova de Cerveira, das turmas da ETAP – Escola Profissional, da vila do evento, onde os alunos usam a sua criatividade inspirada pela criatividade do artista que expõe.

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