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Luz da imagem
(sobre o autor)

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O fascínio pela imagem, fotografada ou desenhada, ocupou sempre o meu consciente e o subconsciente como forma de aprender e compreender. Da observação à execução revelou-se uma necessidade. Quer no desenho, quer na fotografia, a aprendizagem começou na forma autodidata. A experimentação com o objetivo de obter resultados esteve sempre presente, sendo a formação o complemento para a evolução técnica e criativa.

É no início dos anos oitenta que dois caminhos são iniciados, o do desenho e o da fotografia. O desenho profissionalmente e o da fotografia como hobby, quase sempre, em ambos, como autodidata.

No meu percurso de vida dá-se uma passagem por um centro de formação profissional ligado à indústria da confeção onde, depois de receber formação específica, lecionei assuntos relacionados com a tecnologia da confeção. É nesta fase que a fotografia tem um grande impacto inspirador ao observar os resultados obtidos pelos formandos do curso de design de moda na prática de laboratório da disciplina de fotografia. No entanto ela permanece como hobby ou apoio pontual à atividade, com fugazes experiências criativas.

Como profissional, exercendo a atividade de desenhador, são iniciados estudos técnicos na área de construção civil frequentando um curso técnico de nível médio. Este curso permite a execução de projetos de arquitectura ao abrigo de uma legislação que o permitia fazer à época e mais uma vez entra a fotografia como forma de ilustração e complemento de trabalho.

A necessidade de evolução, leva à frequência do curso de Arquitectura e Urbanismo que depois do segundo ano, e por razões de conjuntura económica, é interrompida. No entanto, é na cadeira de comunicação do curso que a experiência prática de fotografia e laboratório de fotografia ganham expressão.

A fotografia passa a ser abordada também de uma forma criativa e conceptual.

Tendo associado a atividade de formador na área da construção civil, complementando a prática profissional, mudanças conjunturais levam a um gradual abandono da atividade construção civil e a dedicação mais objetiva na fotografia, tornando o desenho uma atividade complementar.

E é na formação de fotografia que se desenvolve uma maior dedicação à prática, técnica e teórica, que por força da formação abrange diferentes géneros, com desenvolvimento de ensaios convencionais e não convencionais para a obtenção de resultados criativos diversos.

Com a formação, dá-se uma maior aproximação dos ambientes artísticos, culturais e documentais.

Seguir um género fotográfico não é um objetivo porque existe uma inquietante necessidade de desenhar com a luz ou com o utensílio de desenho e sempre à procura de algo diferente, mas com o intuito de gerar imagens, fotográficas ou gráficas, podendo pontualmente deambular pela animação, estando na fotografia de uma forma muito generalista.