#Espaço Memória e Fronteira

Um espaço que refere um passado onde se passava fome e o contrabando era a forma de alguns enriquecerem e outros sobreviverem. Pensar que alguém que fosse procurar recursos para sobreviver corria risco de morte é um absurdo para os nossos dias. Nessa época, era um risco que compensava. No entanto este museu é controverso porque é uma memória à ilegalidade. Mas é preciso pensar que tal como hoje, a carga fiscal e as dificuldades a isso obrigavam. Espaço a ser visitado para ver e perceber que se podia morrer por um punhado de arroz ou açúcar, entre outros bens de primeira necessidade.
Agora nada disto é necessário porque as fronteiras estão abertas e os portugueses comem bifes a toda a hora como demonstra a nossa querida Iabel Jonet, que aparte de estar a fazer um excelente trabalho, rectifico, as centenas de voluntários que trabalham e os milhares de altruístas que doam, coordenados pela Isabelinha, acha que os portugueses não tem necessidades.
Espaço Memória e Fronteira
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