desenhar com a luz ao sabor do vento

desenhar com a luz ao sabor do vento
desenhar com a luz ao sabor do vento

Em tempos referi num artigo que o ato de fotografar era um ato egoísta, mas o ato de divulgar é um altruísta.

Egoísta no sentido de que se fecha em si para o fazer e altruísta porque gosta de colher a opinião dos outros sobre a sua forma de ver o mundo. Estar em mar alto, torna esse ato 100% real porque se procura o momento no meio do nada.
E tal como o fotografo, o velejador também desenha, mas com o vento, deixando o fotografo captar a luz dos desenhos do vento, por isso, fotografar velejadores é desenhar com a luz ao sabor do vento.
Fotografia sujeita a um ligeiro “crop” para correção do nível da linha do horizonte (para esclarecer os iluminados).

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