#na senda dos gnomos

Quanto mais procuro e não encontro, mais força ganha uma tese que ando a desenvolver sobre os famigerados gnomos de quem vestígios ainda não encontrei sobre a existência deles e que provas não existem, para além do seu habitat em forma de urbanizações fungosas, com habitações de curta duração. Pode determinar-se que o tempo médio de vida de um gnomo é de um a quatro dias, estabelecendo como base de análise o ser humano que de humano pouco tem, salvo raríssimas excepções!

Então vejamos; O ser humano, mais ou menos humano, tem um tempo médio de vida na ordem dos 70 anos. As suas habitações podem durar entre 75 a 300 anos! Desta forma e por cálculos aritméticos pouco matemáticos, baseados na ciência estapafúrdia da conjectura  da anormalidade, podemos chegar ao assombroso resultado de 1 a 4 dias de vida. Assim sendo, e segundo o que consta, assemelham-se a seres humanos, embora muito mais humanos, e perseguem o mesmo ciclo de vida que um humano nesse curtíssimo espaço de tempo! Imagine-se a velocidade a que isso ocorre! Daí não se conseguir avistar de forma alguma porque a vista humana que não tem lá grande visão humana, não tem capacidade de observação! Apenas aqueles em que o cérebro consegue reagir a estímulos supersónicos é que conseguirão ver, mas todos esses humanos estão em clínicas e dizem os entendidos, pouco entendidos, mas muito demagógicos, que não passam de alucinações, sujeitando-os a terapias medicinais com o objectivo de atrofiar tal capacidade!

Excerto do hemisfério direito do cérebro, com a ajuda de 23,9% do hemisfério esquerdo de; Rafael Peixoto 

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