#Museu de Cinema de Melgaço

Jean Loup Passek, francês que doou um espólio histórico a Melgaço e deu origem a este Museu. Neste museu pode ver-se como o cinema evoluiu de dos seu primeiro passos para criar imagens dinâmicas. Hoje a tecnologia permite-nos atingir qualidade que na origem era impensável, mas foi à persistência e à progressiva evolução que hoje podemos contemplar esta arte que é o cinema.
Informação útil:
Museu do Cinema de Melgaço
Museu de Cinema de Melgaço

#Espaço Memória e Fronteira

Um espaço que refere um passado onde se passava fome e o contrabando era a forma de alguns enriquecerem e outros sobreviverem. Pensar que alguém que fosse procurar recursos para sobreviver corria risco de morte é um absurdo para os nossos dias. Nessa época, era um risco que compensava. No entanto este museu é controverso porque é uma memória à ilegalidade. Mas é preciso pensar que tal como hoje, a carga fiscal e as dificuldades a isso obrigavam. Espaço a ser visitado para ver e perceber que se podia morrer por um punhado de arroz ou açúcar, entre outros bens de primeira necessidade.
Agora nada disto é necessário porque as fronteiras estão abertas e os portugueses comem bifes a toda a hora como demonstra a nossa querida Iabel Jonet, que aparte de estar a fazer um excelente trabalho, rectifico, as centenas de voluntários que trabalham e os milhares de altruístas que doam, coordenados pela Isabelinha, acha que os portugueses não tem necessidades.
Espaço Memória e Fronteira
Espaço Memória e Fronteira

#Uma vida cheia de passado

Uma vida com um passado preenchido e um presente talvez vazio daqueles que encheram o passado. Mas permanece viva nas suas tarefas diárias. Não a conheci. Não sei se era feliz ou não e se vivia na solidão ou não, mas muitos idosos são relegados ao abandono como se já não fossem úteis. Alguns conseguem encontrar felicidade na solidão, outros sentem-se sós mesmo que estejam no meio da multidão.
A perda de faculdades ao longo dos anos de envelhecimento não é sintoma de falta de inteligência, até porque os idosos tem algo que os jovens e os menos jovens não tem. A experiência de vida!
Quando vejo rir ou gozar com um idoso que já não tem as suas faculdades mentais no seu melhor, penso que aqueles que o fazem só viverão até aos sessenta e qualquer coisa anos! Sim porque não lhes passa pela cabeça que possam atingir o mesmo esplendor se ultrapassarem essa idade. Devem ter como destino, se passar apenas mais um minuto, o suicídio.
Sinto repugnância por essas pessoas a menos que sejam adolescentes e a parvoíce os encaminhe para a racionalidade estúpida que é normal para cabecinhas que ainda não atingiram a maturidade, embora saiba que muitos adolescentes são sensíveis ao assunto.
Resumindo, para muitos idosos, chegar à terceira idade é como entrar na verdadeira idade do gelo.
Em jeito de fim de tema, quero apenas dizer que dá-me um prazer enorme falar com pessoas com oitenta e muitos e noventa e muitos anos que tem algo para contar ou ensinar. Gente sábia de conhecimento. Culturas ditas primitivas respeitam estas pessoas como os anciãos. A nossa cultura, dita desenvolvida, goza com estas pessoas.
A idade do gelo
A idade do gelo